Virtual Politik

 

Baiona, Espanha

 

 

 

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Contexto Sincero do Dia-a-Dia

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Carlos Marques nasceu na Renânia, o mais Cosmopolita distrito alemão, em meados da década de 30. Nos anos 50 fez estudos de Antropologia e Ciências Sociais em Frankfurt, onde se tornou catedrático, e vive até hoje, como um ESPECTRO de KARL MARX...

Recentemente declarou o ESPECTRO: "Pretendo viver mais que o velho marechal Hindenburg, para ver de pé a derrocada da Regime Financeiro Mundial, quando finalmente a Tese Socialista se tornará irrevogável".

Segundo ele, a privatização infinita da moeda levou ao anseio na direção oposta, que é a plena estatização da emissão monetária:

-- "A estatização da moeda é a conclusão lógica e historicamente necessária frente aos destroços do capitalismo financeiro, e o primeiro passo efetivo para o Estado Socialista".

 

 

O Significado da Política Virtual

O termo VIRTUAL POLITIK tem uma significação original bem diferente daquela que foi adotada a partir dos anos 80. No período do Chanceler Kissinger (que havia iniciado carreira como secretário particular de N. Rockefeller, e era a figura decisiva no gov. Nixon), a mídia anunciava a nova Real Politik do Chanceler, o que seria o caráter franco e rudimentar, com fotografias sorridentes, do novo pragmatismo na relação Ocidente vs. Russia e China.

Talvez tenha sido na Alemanha que a expressão Virtual Politk tenha surgido, para designar o oposto disso: a visão universalista e utópica, o humanismo das esperanças e projetos de civilização; de planejamento da produção e fim da guerra econômica.

Nos anos 90, a idéia da Política Virtual ficou retida no sentido de uma “filosofia do Ser” e da resposta artística, individual, comportamental, por diferença a uma filosofia da práxis e da história. Os sentidos dos projetos históricos, de significação antropológica, ou universal, foram substituídos por uma filosofia de “imanência”, de puro movimento e flutuação, segundo uma ética de criação repetida de “estados de presente ideal” (inspirada na filosofia spinozista).

Foi nesse contexto que o “virtualismo” passou a significar a virtude do indivíduo físico isolado, porém navegando na internet, vivendo o mundo à sua maneira e escolha, sem que seja necessário mais sair de seu reduto...

E foi num seminário com o título de Virtual Politik, porém com esta significação romântica e spinozista, que esta temática foi pela primeira vez apresentada [1996] ... Entretanto, a reação selvagem e histérica de um público que se queria “romântico” e “libertário”, diante do problema das políticas secretas imperialistas... nos fez pensar que tudo estava perdido, quando afinal o puro instinto de fuga anti-realista passava a ser dado como virtuosismo. [**]


É necessário, portanto, se reassumir este termo da Virtualidade, para designar efetivamente aquilo que é universal, que é totalizante, que é abrangente e opera por sínteses... Todos os sonhos, todas as hipóteses, e todas experiências e projetos: a Virtualidade designa um Super-Real, uma super-faturação das realidades: efetivadas; das prováveis e possíveis; e ainda das imaginárias...

Finalmente, é nossa intenção explícita que este termo possa ocupar sua significação ali onde já alguns autores identificaram uma Super-Dialética, ou mesmo Hiper-Dialética [*], para designar o ofício filosófico de Marx e Engels concebido numa forma acelerada, de múltiplos fatores, de modo que efetuações cada vez mais complexas de oposições e sínteses se operam.

A concepção desta nova virtualidade política como “super-dialética” resume a síntese do marxismo do séc XIX, feita por muitos autores, com o marxismo estruturalista do séc. XX, no qual as estruturas sociais aparecem como conjuntos totalizadores.

Na história, as estruturas antropológicas seriam o equivalente a conjuntos totalizadores, funcionando como “matrizes algébricas”: matrizes que descrevem o surgimento do mitológico, das significações e dos valores; das condições de ação política, cívica, social, jurídica, e assim por diante.

C. M. Barroso

 

[*] Conforme a tese do prof. Sampaio, do IFCS-UFRJ, apresentada no Seminário de Marxismo, no C. de Cultura, em novembro de 2001.

[**] O Seminário com o sugestivo título de "virtual politik" foi no planetário da gávea em 1996. A rigor, não se poderia saber mesmo, e creio que ninguém desejaria saber, qual a verdadeira origem do termo... O bom humor da crítica culturalista marxista alemã nos permite "roubar de volta" o termo das mãos dos românticos pós-existencialistas franceses...
No Seminário de 1996, o jovem doutorando hipster cabeludo da mesa de apresentação simplesmente me roubou o microfone das mãos logo que comecei a tentar explicar a importância de se compreender o sistema internacional secreto, como tendo uma política muito superior à do Estado norte-americano e seus interesses, e ainda como a política internacional imperialista dos banqueiros é muito superior a "interesses econômicos"... Foram os liberais norte-americanos que denunciaram o "kabal" internacional dos banqueiros, como havendo invadido o Estado ianque (através da CIA, do Pentágono, etc), da mesma forma como todos os outros países do mundo ocidental.
Com o advento do golpismo Bush em 2001, fazendo a síntese suprema da máquina despótica financeira com as máquinas do pentágono-cia, a advertência se mostrou mais do que necessária: o sociólogo doutorâncio libertário, com pouca higiene e cortesia, me acusou de estar com um mau-édipo, e a platéia começou a uivar pateticamente...

Esta era a segunda vez em que o Representante-da-Mesa do projeto libertário me roubava o microfone logo no início da palestra. No seminário de 1994 no Parque Lage o doutor Cosmólogo da Cabeleira de Berenice [sua tese douta-cosmética] me arrancou o aparelho das mãos...
A tese que se seguiria exigia "algo mais" ao campo dos cientistas: mas era algo filosófico...! Eles não deveriam ter que renunciar a seus salários, vaidades, carreirismo, ociosidade, puxa-saquismo da Globo, parabenizações, coquetéis e cabelereiros!

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Para Todos Aqueles que Desejam Encontrar
a Guerrilheira da Floresta

Rosa Luxemburgo e Jana Moroni Barroso são Moças que se tornaram Mitos: é somente assim que poderiam ser homenageadas...

Entretanto, há um excesso de Festividade, nessas comemorações de “guerrilheiros mortos” e “esquerdistas torturados”, que resvalam fatalmente para o demagógico, para o dispersivo, para o puro naïf... [!!!]

virtual.brave/da_floresta

A reportagem que menciona a “busca” por Jana Moroni, do domingo 11/Out/2015, na Tribuna de Petrópolis, é mais um presentinho açucarado com recheio de vinagre: terrivelmente apelativa, sentimentalista, e mal-focada...

 

A Política Virtual é uma Frente Unificada

que faz a Soma Algébrica de todas as Lutas

Proposta de Ação Abrangente

sanpedritoenlasierra.blogspot/questao_do_programa


O livreto distribuido em 2012 com o título de AS TRÊS ESTRUTURAS - Estudos para uma Virtual Politik - tem por finalidade ser um manual de análise política para agremiações e partidos. A conclusão da análise é que o Capitalismo Financeiro se tornou uma estrutura social que conseguiu obter hegemonia sobre as ordens das nações, dos Estados, da produção burguesa, da vida civil, do trabalho organizado, e assim por diante. Como consequência, somente uma Frente Política que seja capaz de conjugar todas as lutas sociais tem chance diante do Feudalismo Financeiro -- para o estabelecimento de um Estado Socialista, que possa controlar as emissões de papéis, moeda, e valores digitais indiscriminados dos banqueiros internacionais "Londrinos".

Alguns exemplares estão ainda disponíveis para aqueles interessados em estudos e reuniões de Formação Política. Depois da 1a. edição com 108 páginas, uma 2a. edição está prevista, com 112 páginas, para incluir o adendo de Eustace Mullins sobre Adolph Hitler - [aqui na pag. O Chanceler].

 

Seções

A Sucessão dos Banqueiros

Bush: 4 Gerações fazendo a Guerra Ianque


Da Introdução

-- O capitalismo, como modo econômico (sendo o Capitalismo todo seu aparato e ideologia), já há muito deixou de existir em sua forma original, burguesa, liberal, de livre iniciativa individual e comercial: - Por que ninguém se dá conta, ou por que os noticiários não o dizem??

-- A definição do capitalismo como modo econômico que cria riquezas e que se torna modo social de produção, como forma  técnica, laboriosa, civil, se dá, a partir de 1776, com a revolução na América e a máquina a vapor. Nos séculos anteriores a ideologia e as aspirações da classe burguesa podem estar presentes: porém não sua hegemonia na política e na produção.

-- É incrível que jornalistas, e mesmo acadêmicos, continuem a se referir a sério a uma “ideologia neoliberal” – ! O “neoliberalismo” existe apenas como discurso, isto é, como propaganda. A definição inicial de ideologia diz respeito às linguagens políticas enquanto articuladas às estruturas sociais, de produção, etc; as ideologias existem “coladas” às estruturas. No sentido forte as ideologias são Enunciados de auto-justificação, irredutíveis a outras linguagens, puro valor... No sentido fraco as “ideologias” são meros discursos de adorno, “creme de cobertura”. O discurso neoliberal é todo feito como “encomenda” - (é feita uma recomendação de sucesso para o jornalista ou para o político aspirante...) Esta é uma discursividade cuja articulação com o sistema econômico é de todo patética e artificiosa.

-- O liberalismo do séc. dezoito é, de direito e de fato, a ideologia concomitante à forma social burguesa. A atual rede de discurso “neoliberal” resulta de uma estratégia calculada, ela resulta de um efeito premeditado (sobredeterminado) por parte de alguém que detém com força e tranquilidade o domínio político. Os agentes que detém o domínio internacional o fazem segundo uma lógica e um mérito de ordem militar e imperial, que não resulta de supostos méritos do sistema de mercado aberto global.

-- E o sistema de mercado continua a empurrar a humanidade para um estado de grave destruição do meio social, das instituições de estado e do meio ambiente... Vitórias imperiais deram sobrevida ao Mercado, ele foi desejado, ainda que contraproducente.

-- A Esquerda não perdeu todo seu espaço político conquistado no séc. XX na América Latina, África, Ásia, porque sua estratégia política em relação ao campo econômico ou ao estado burguês estivesse “equivocada”. Ao contrário, sua força potencial, assim como a pertinência da análise que lhe deu origem, fizeram com que despertasse formidável reação: ela foi derrotada segundo uma lógica do Poder Imperial, ela teve menos força do ponto de vista  militar e menos comando do ponto de vista estratégico.

-- Na América Latina as esquerdas de orientação social-democrata foram derrotadas, já assumindo o poder de estado, porque sua  força era visível. Ao se associarem aos nacionalismos, elas criavam opções reais de poder que afetavam o campo onde se dão as lutas imperiais, tabuleiro internacional. Não meramente porque criavam opções e desafios no Mercado Internacional. Os comandos reagiram segundo uma lógica imperial “pura”: depois de intervenções fascistas, reaplicaram o Mercado junto com alguma estatização. Logo a seguir, promoveram as privatizações.